Publicada em 11/07/2017 às 18h10.
PRF apreende celular de suspeito de divulgar locais de blitz
Homem que divulgava informações sobre blitz em grupos de Whatsapp pode responder por prejudicar o trabalho de órgão de fiscalização de trânsito.

Divulgar pontos de fiscalização de trânsito é crime previsto no Código Penal / Foto: Divulgação/PRF

Divulgar pontos de fiscalização de trânsito é crime previsto no Código Penal
Foto: Divulgação/PRF
JC Online

Agentes da Polícia Rodoviária Federal cumpriram na tarde dessa segunda feira (10), no município de Paranatama, no Agreste do Estado, um mandado de busca e apreensão contra um homem suspeito de ser o administrador de um grupo do Whatsapp que divulga informações sobre fiscalizações da PRF, PM, DETRAN e AMSTT.


O mandado, expedido pela Justiça Federal (23ª Vara-Garanhuns), a pedido do MPF e a partir de investigações da Polícia Rodoviária Federal, determinou o recolhimento do aparelho celular do suspeito para perícia. Ele estava em sua residência, localizada na zona rural do município de Paranatama, para que seja periciado.


 

A medida, sem prazo determinado, além de averiguar a suspeita sobre o indivíduo, tem como finalidade identificar a participação ativa de outros membros do aplicativo, que tenham difundido informações sobre as “blitz” e que estariam ameaçando ou prejudicando o trabalho de órgãos de fiscalização de trânsito. Previsto no artigo 265 do Código Penal, o crime pode ainda agregar a tipificação de formação de quadrilha.


A Polícia alerta que a divulgação de pontos de abordagem, aparentemente inofensiva, também contribui para a continuidade de outros crimes, como o tráfico de seres humanos, drogas e armas, bem como a furto e roubo de veículos.

 

 

JC

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