Publicada em 16/07/2017 às 10h30.
Em tempos de crise: prefeita é acusada de aumentar número de secretarias
Já em 2013, ela havia dobrado a quantidade de cargos comissionados de 80 para 160.

Foto: PENoticias

 

Apesar de pregar na campanha que faria um governo mais eficiente e enxuto, a prefeita de Arcoverde, Madalena Britto (PSB), chegou ao final de seus primeiros seis meses de governo com 13 secretarias e outros 6 cargos de primeiro escalão, entre controladoria e presidência de autarquias. Já em 2013, ela havia dobrado a quantidade de cargos comissionados de 80 para 160.


Apesar de “ter fechado” as torneiras para atender aos moradores da Malhada que pediram a reforma da estrada, isso bem antes das chuvas, alegando dificuldades orçamentárias, a prefeitura não teve a mesma preocupação com a criação de novos cargos e implantação de novas secretarias.


A mais nova pasta foi a de "Planejamento", incluída no orçamento de 2017 enviado ainda no ano passado para ser aprovado pela Câmara de Vereadores, mas nunca dito pelo atual governo. Assumiu a função a senhora, ou senhorita, Pollyana Monteiro, que surgiu pela primeira vez em notas oficiais na última reunião de “monitoramento” realizada esta semana. Desde o dia 1º de janeiro até o dia de hoje, não há notícias da posse e nem do histórico da nova secretária que a prefeitura de Arcoverde passou a ter conhecimento somente agora.


Ainda em 2015, já de olho nas eleições do ano seguinte, a prefeita promoveu um “enxugamento” das despesas com desativação, não extinção, das secretarias de "Governo e Coordenação" e a de "Serviços Públicos e Meio Ambiente" que foi absorvida pela de Obras. Mal assumiu o segundo governo, as duas secretarias consideradas até então "dispensáveis", foram reativadas e em uma delas (Governo) recolocado o filho da prefeita (postulante a deputado estadual), tirado no ano anterior devido às pressões contra o nepotismo praticado na prefeitura pelo atual governo e duramente criticado na Câmara de Vereadores.


Além do aumento de despesas com novas secretarias e cargos, a prefeitura começou a abrigar "amigos" no governo em cargos estratégicos do chamado “médio escalão” com salários de até R$ 3.600.00, deixando de lado vários aliados da última campanha eleitoral que tinham ouvido a "promessa" de espaço no novo governo.


PENoticias

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