Publicada em 11/02/2018 às 10h56.
Entenda a polêmica causada por declaração de Fernando Segovia sobre inquérito da PF contra Temer
Veja a seguir fatos que precedem a polêmica e a repercussão.

 

Uma declaração do diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segovia, publicada na sexta-feira (9) à noite, detonou uma nova polêmica no meio político.

 

A DECLARAÇÃO: Segovia sugeriu arquivar um inquérito em andamento contra Michel Temer em que o presidente da República é acusado de favorecer uma empresa na prorrogação de contratos no porto de Santos.


A CONSEQUÊNCIA: o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, cobrou explicações. Quer saber se Segovia opinou sobre um inquérito "ainda não concluído, inclusive ameaçando de sanções o delegado responsável, que deve ter autonomia para desenvolver o seu trabalho com isenção e livre de pressões". Segovia ligou para Barroso e disse que foi mal interpretado.


Veja a seguir fatos que precedem a polêmica e a repercussão:


 

Novembro de 2017


 

 


 

No dia 3, Temer recebeu 50 perguntas formuladas pelo delegado delegado Cleyber Malta Lopes

No dia 15, Temer teve reunião com Segovia sem a presença do ministro da Justiça, a quem o diretor-geral da PF é subordinado


No dia 29, Temer e Segovia se reuniram de novo. E, novamente, sem a presença do ministro da Justiça


 

Fevereiro


 

Dia 9 à noite:

 

  • Agência Reuters divulga entrevista com Segovia. O diretor da PF diz que a investigação do caso do porto de Santos não comprovou pagamento de propina e deve sugerir o arquivamento do inquérito

 

Dia 10:

 

 


G1



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