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Lucas Veloso Borbas desabafou, nesta quinta-feira (16), sobre as críticas que vem recebendo. O influenciador virou alvo de comentários negativos nas redes sociais ao assumir que está vivendo um novo romance três meses após a morte de sua esposa, Isabel Veloso, que comoveu o Brasil durante sua luta contra o câncer.
O tribunal da internet se voltou contra o rapaz assim que ele publicou, em sua página no Instagram, uma foto da nova namorada segurando Arthur, seu filho com Isabel. Na legenda, ele confirmou a relação: “Sim… Estou me permitindo. E tem sido bom viver isso”.
“Conheci uma pessoa maravilhosa, que aceitou minha história, amou meu filho e tem se dedicado muito. Ver o Tutu feliz tem me deixado feliz. E nunca menti em conhecer alguém”, complementou.
Não demorou muito para que os comentários carregados de julgamento chegassem até Lucas Veloso. Incomodado com a reação dos seguidores, o influenciador publicou um longo texto sobre o assunto nos stories do Instagram, ao som da música “idfc” (sigla em inglês para “eu não me importo com essa p****”), do cantor Blackbear.

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No texto, o influenciador afirma que está sendo julgado por ter assumido um namoro três meses após ficar viúvo. “Mas desde quando o amor de alguém se mede por um cronômetro? Desde quando existe um prazo universal para o luto? Há quem leve anos. Há quem precise de meses E há quem comece a viver esse luto muito antes da despedida final - como foi comigo”, afirmou.
Lucas afirmou que viveu a dor da perda mesmo antes do “último adeus”, vivendo medo, impotência, dor e noites sem dormir, por ver Isabel lutar pela vida todos os dias. “Eu honrei minha esposa do começo ao fim. Estive presente quando muitos não suportariam estar. Nos hospitais, nas consultas, nas crises, nas madrugadas difíceis e em cada batalha que a doença trouxe”, destacou.
O influenciador seguiu relembrando sua dedicação exclusiva à esposa durante todo o tratamento contra o câncer. “Só eu sei quantas vezes ouvi dela: ‘Seja feliz. Continue vivendo. Faça isso por você e pelo nosso filho’. Então ninguém tem o direito de reduzir minha história a um julgamento baseado em calendário”, defendeu.
“Seguir em frente não é traição. Não é esquecimento. Não é falta de amor. É honrar também os últimos desejos de quem partiu. Se três meses para alguns é pouco, respeito. Mas o meu tempo de luto pertence a mim, não à opinião de quem nunca viveu o que vivi”, finalizou Lucas.
FONTE: FOLHA PE.