Publicada em 21/05/2026 às 08h53.
Influenciadora Deolane Bezerra é presa em operação contra lavagem de dinheiro do PCC em São Paulo
Pernambucana, que já havia sido presa em 2024, seria recebidora de dinheiro proveniente da facção criminosa.

Foto: Divulgação.    


 A influenciadora digital e advogada pernambucana Deolane Bezerra foi presa na manhã desta quinta-feira (21). Ela é alvo de uma operação do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e da Polícia Civil contra lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC). As informações são do g1.


Há ainda um mandado de prisão contra Marco Herbas Camacho (Marcola), considerado o chefe da facção, que já está preso, além de parentes dele. A polícia também prendeu Everton de Souza, conhecido como "Player". Ele é indicado como operador financeiro da organização.

Outros alvos da Operação Vérnix, como foi chamada, incluem ainda o irmão de Marcola, Alejandro Camacho, e dois sobrinhos dele, Paloma Sanches Herbas Camacho e Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho. No total, são seis mandados de prisão preventiva, além de ordens de busca e apreensão.


De acordo com a investigação, o esquema de lavagem envolve uma transportadora de cargas com sede em Presidente Venceslau (SP). A empresa é controlada pela facção criminosa, considerada a maior do país.

Deolane Bezerra passou as últimas semanas em Roma, na Itália. Ela chegou a ser incluída na lista da Difusão Vermelha da Interpol, mas retornou ao Brasil na quarta-feira (20), onde foi detida. Os agentes cumprem ainda mandados de busca e apreensão na casa dela, em Barueri, e em outros endereços ligados a ela.


Deolane seria recebedora do dinheiro do PCC


A investigação também fez cruzamentos de provas apreendidas nos últimos anos com relatórios de movimentação em contas físicas e jurídicas em nome de Deolane Bezerra. Ela seria recebedora de dinheiro proveniente do PCC.


Parte dessas movimentações ocorrem em depósitos em espécie, partindo do caixa do PCC por meio da transportadora de cargas, e ordenados pela cúpula da facção, segundo a investigação.


Entre 2018 e 2021, Deolane teria recebido em sua conta física R$ 1.067.505,00 em depósitos fracionados abaixo de R$ 10 mil, técnica conhecida como smurfing).

Segundo a polícia, o intermediador era Everton de Souza (vulgo “Player”), que indicava a conta de Deolane para “fechamentos” mensais.


Também foi determinado o bloqueio de 39 veículos avaliados em mais de R$ 8 milhões e R$ 357,5 milhões em bloqueios financeiros dos investigados.



FONTE: FOLHA PE.




             

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