“Nasci em uma favela, cresci na periferia de São Paulo e ainda assim não sei que traje é esse de favelado”, afirmou o jornalista Willian Domingues. “Sempre ensinamos os nossos filhos a não terem nenhum tipo de preconceito e não julgar as pessoas pelo que elas vestem ou têm, mas sim pelo caráter”, escreveu. A mensagem foi postada no Instagram e no Facebook na noite de ontem, quarta-feira, dia 28, e compartilhada por Celso Athayde, o fundador da Central Única das Favelas (CUFA).
A diretora do colégio Fayal, Fabiana Almeida, pediu desculpas em entrevista ao Jornal de Santa Catarina e disse que a instituição está tomando providências administrativas. “Não fomentamos preconceito. Foi uma infeliz ideia, injustificável, e assumimos o equívoco”, afirmou a diretora. Em nota, o colégio tentou ser ainda mais enfático: “Não aceitamos racismo, xenofobia, homofobia ou qualquer intolerância de classes. Nossos 55 anos de história atestam esta postura.”
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