/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2018/y/2/g1AK1GTC6pny0tvQBWrQ/1-pesquisador-que-criou-o-aplicativo-que-coletou-os-dados-dos-usuarios-do-facebook-diz-que-cambridge-analytica-assegurou-que-o-trabalho-nao-tinha-nada-de-ilegal.jpg)
As principais novidades são:
. a unificação dessa política para abranger a forma como os dados são tratados no Facebook, Messenger e Instagram;
. detalhamento de todos os dados pessoais coletados na rede social;
. esclarecimento das informações recolhidas em dispositivos em que o site é usado, como celulares computadores e até TVs;
· listagem de como novos serviços criados após 2015, como Marketplace e vídeos 360º.
Segundo o Facebook, a modificação da política de dados não tem a intenção de incluir novas solicitações de informações de usuários.
“Essas atualizações são sobre tornar as coisas mais claras. Nós não estamos pedindo novas permissões para coletar, usar ou compartilhar seus dados no Facebook. Nós também não estamos mudando qualquer das escolhas de privacidade que você fez no passado”, afirmaram, em comunicado conjunto, Erin Egan, diretor de privacidade do Facebook, e Ashlie Beringer, responsável pela área jurídica.
A rede social receberá comentários de usuários por sete dias até promover a alteração de vez da política de dados e dos termos de serviço. Associada à criação do atalho de privacidade anunciado na semana passada, essa é uma das medidas tomadas pelo Facebook para remediar o mal-estar gerado após a descoberta de que informações de usuários da empresa foram obtidas e exploradas pela Cambridge Analytica, consultoria política que trabalho na campanha presidencial de Donald Trump.
FONTE: G1.