Publicada em 24/08/2019 às 10h38.
Dal Pozzo declara chateação com polêmicas na semana do clássico
Treinador comentou sobre boatos sobre o Timbu “entregar” o resultado e uma declaração de Milton Mendes sobre a Batalha dos Aflitos.

Créditos: Léo Lemos/Náutico

 

Na semana de preparação para o Clássico das Emoções, sábado (24), nos Aflitos, contra o Santa Cruz, pela Série C 2019, o técnico Gilmar Dal Pozzo não escondeu que alguns depoimentos e posicionamentos extracampo por parte do lado coral o incomodaram. Primeiro, uma declaração do técnico Milton Mendes, que relembrou a “Batalha dos Aflitos”, de 2005, em que o Náutico foi derrotado por 1x0 para o Grêmio, na Série B, após perder dois pênaltis e ficar com quatro homens a mais em campo.


O outro caso foi de um possível favorecimento do Timbu ao Santa, além da “torcida” do presidente da Federação Pernambucana de Futebol (FPF), Evandro Carvalho, para a classificação da Cobra Coral.


“Isso me deixou chateado, sim. Queríamos consolidar o trabalho, conseguir os resultados e a classificação antecipada. Mas essa semana as pessoas falaram muita bobagem, botando em dúvida nosso caráter. Podem colocar em dúvida se o técnico escala bem ou mal ou se o atleta pode errar, mas nunca colocar em dúvida o caráter. Minha história é limpa e leal. Peço que o torcedor não entre nessa pilha. Ele deve comemorar o momento bom, mantendo esse elo bonito com os jogadores”, afirmou o treinador.


“Acompanhei o depoimento de todos, não somente do Milton. Minha preocupação é treinar, capacitar e potencializar minha equipe. Não vou perder um segundo do meu tempo com isso. Não é por não querer me posicionar, mas para não criar polêmica. O resto entrou por um ouvido e saiu pelo outro”, completou, sobre as palavras do técnico Milton Mendes.


Após a polêmica, o treinador coral gravou um vídeo pedindo desculpa para os alvirrubros pelo que ele considerou uma “interpretação errada”. “Falei sobre a Batalha porque foi um fato mundialmente conhecido. Eu morava em Portugal e acompanhei isso. Minha intenção foi elogiar e nunca no sentido pejorativo. O Náutico sempre foi lutador. Tem campo próprio, estrutura, é organizado e a torcida está sempre junta. Não queria fazer gozação ou algo do gênero”, argumentou.

 

Folha PE

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