
Imagem meramente ilustrativa / Reprodução: Diário de Pernambuco.
O Brasil alcançou, nesta terça-feira (28/3), a marca de
700 mil mortes por covid-19 após três anos do início da pandemia. Os dados são
do Ministério da Saúde, que relembrou a importância da vacinação. O número é
registrado um ano e cinco meses após o país chegar a 600 mil mortos.
“Um número que compreende todas as trajetórias
interrompidas e famílias enlutadas. Milhares delas poderiam ter histórias
diferentes com uma ação simples: vacinação. No combate da maior crise sanitária
da história do país, a ciência comprova que a principal forma de proteção
contra casos graves e óbitos é a vacina”, afirmou em nota o Ministério da
Saúde.
Um trágico histórico
No mesmo mês, em 2021, até abril ocorreu o auge de óbitos
pela doença — foram 100 mil em 36 dias. Ao todo, naquela época, o país marcou
400 mil mortes pelo vírus. Com o imbróglio em torno das primeiras compras da
vacina, a população apresentava um total de apenas 14% da população com a
primeira dose.
O vacinômetro do ministério registrou pouco mais de 510
milhões de doses aplicadas até o momento — contabilizando primeira, segunda ou
dose de reforço. Incluindo também, as vacinas bivalentes, que são distribuídas
desde o dia 27 de fevereiro a um grupo específico.
Apenas o grupo de alto risco tem recebido a dose. Estão
inclusos: pessoas idosas, cidadãos que vivem em instituições de longa
permanência (ILP), pacientes que são imunocomprometidos e pessoas com
deficiência de 12 anos para cima, populações indígenas, ribeirinhas e
quilombolas, presos, adolescentes em medidas socioeducativas, gestantes e
puérperas e profissionais de saúde.
De acordo com o LocalizaSUS, até o dia 24 deste mês, foram 5,6 milhões dessas doses aplicadas, sendo um milhão as idades de 65 a 69 anos e 1,2 milhão entre as de 70 a 74 anos.
FONTE: DIÁRIO DE PERNAMBUCO.