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Foto: Divulgação.
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) autuou três postos de combustíveis em Caruaru, no Agreste de Pernambuco, durante uma operação de fiscalização realizada entre os dias 4 e 8 de maio de 2026. A ação ocorreu em parceria com o Procon Municipal e resultou em três autos de infração, uma interdição e na coleta de nove amostras de combustíveis para análise laboratorial.
Segundo a ANP, 15 postos foram fiscalizados no município. As irregularidades encontradas foram:
1- Problemas no volume de
combustível fornecido pelas bombas.
2- Equipamentos sem selo de
aferição do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).
3- Comercialização de etanol hidratado com termodensímetro em desacordo com as normas da agência.
Uma das irregularidades foi identificada em um posto no bairro Maurício de Nassau, onde fiscais encontraram divergência entre o volume de combustível registrado pela bomba e a quantidade efetivamente entregue ao consumidor.
Também no mesmo bairro, outro postou apresentou medida-padrão de 20 litros sem o selo de aferição do Inmetro.
Já no bairro Boa Vista, a fiscalização constatou comercialização de etanol hidratado combustível com termodensímetro em desacordo. O equipamento é utilizado para verificar características do combustível e garantir que o produto esteja dentro dos padrões exigidos pela legislação.
As amostras recolhidas durante a operação serão analisadas em laboratório para verificar a qualidade dos combustíveis comercializados na cidade. A ANP não divulgou os resultados dessas análises até a publicação desta reportagem.
Operação em todo país
A operação em Caruaru fez parte de uma força-tarefa nacional da ANP realizada em 20 unidades da Federação. Em todo o país, as ações tiveram foco no combate a preços abusivos, na verificação da qualidade dos combustíveis e no fornecimento correto do volume abastecido nas bombas.
No período, o principal destaque nacional foi a apreensão de mais de 19 mil litros de combustíveis no Rio de Janeiro e em Duque de Caxias. Segundo a ANP, parte do material estava fora das especificações e outra parcela era comercializada por empresa sem autorização para atuar no setor.
FONTE: G1 CARUARU.