Publicada em 14/05/2026 às 09h41.
PRF identifica esquema de clonagem envolvendo caminhonete de luxo em Caruaru
Veículo avaliado em cerca de R$ 500 mil apresentou registro de furto e suspeita de fraude contra seguradora.

Foto: Divulgação.      


 Uma caminhonete de luxo avaliada em aproximadamente R$ 500 mil foi apresentada na Delegacia de Plantão de Caruaru após a Polícia Rodoviária Federal identificar um esquema de clonagem veicular e uma possível tentativa de golpe de seguro envolvendo o automóvel.


A abordagem aconteceu durante rondas da PRF na BR-232. Segundo os policiais, o Toyota SW4, de cor chumbo, apresentava um registro de furto vinculado à placa. Durante a fiscalização, os ocupantes desembarcaram e um dos proprietários apresentou documentos comprovando a posse legal da caminhonete, pertencente a uma empresa.


De acordo com o policial rodoviário federal Giovanni Costa, após consultas aos sistemas da Senatran, os agentes descobriram que o veículo já constava registrado em nome de outra pessoa. As investigações iniciais apontaram que o carro original teria sido clonado no estado do Rio de Janeiro.


Ainda segundo a PRF, os criminosos teriam conseguido transferir ilegalmente a propriedade do veículo clonado utilizando os dados do automóvel original. Três dias após a transferência, foi registrado um boletim de ocorrência de furto em Minas Gerais, levantando a suspeita de uma possível fraude para recebimento do seguro do veículo.


A polícia destacou que o caso chamou atenção pela complexidade do esquema, envolvendo clonagem veicular, adulteração cadastral e possível fraude securitária. A investigação ficará sob responsabilidade da Polícia Civil de Pernambuco, em conjunto com a Polícia Civil do Rio de Janeiro.


Após os esclarecimentos prestados na delegacia, o delegado de plantão reconheceu que os ocupantes abordados eram vítimas da situação. O proprietário apresentou nota fiscal emitida pela concessionária Toyota comprovando a aquisição legal do veículo, que acabou sendo liberado.


A PRF alertou ainda para a possibilidade de o veículo clonado já estar circulando com uma nova placa, prática conhecida como “reclonagem”, utilizada para dificultar o rastreamento e a identificação dos criminosos.



FONTE: G1 CARUARU.




           

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