Publicada em 31/08/2016 às 09h18.
Coreia do Norte executa ministro da Educação, dizem sul-coreanos
Acusado de inimigo da revolução, Kim Yong-jin foi fuzilado. Logo após assumir o poder, Kim Jong-un também mandou matar um tio.

Coreia do Norte executou seu ministro da Educação, Kim Yong-jin, informou nesta quarta-feira (31) a Coreia do Sul, confirmando as informações sobre um novo expurgo envolvendo altos dirigentes em Pyongyang.


"O ministro da Educação, Kim Yong-jin, foi executado", disse o porta-voz do Ministério da Unificação da Coreia do Sul, Jeong Joon-hee.


Kim foi executado por um pelotão de fuzilamento em julho, acusado de ser "um agitador contrário ao partido e inimigo da revolução", informou um funcionário do ministério, que pediu para não ser identificado.


O ministério da Unificação acrescentou que outros dois dirigentes norte-coreanos foram enviados a campos de reeducação, incluindo Kim Yong-chol, que atuava nas relações bilaterais.


Desde que Kim Jong-un assumiu a chefia do Estado, em dezembro de 2011, já ocorreram vários expurgos, incluindo a execução de seu tio, acusado de alta traição e corrupção.


Jang, marido da irmã do finado Kim Jong-il, teve um papel-chave na consolidação da liderança do inexperiente Kim, convertendo-se em uma espécie de "eminência parda" do regime de Pyongyang até cair em desgraça.


G1

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