Publicada em 08/09/2016 às 09h14.
Grito dos Excluídos no Recife se une a ato contra o presidente Temer
De acordo com a CUT-PE, manifestação reuniu 20 mil pessoas. Polícia Militar informou que não vai divulgar estimativa de público.

O feriado da Independência do Brasil, nesta quarta-feira (7), foi marcado por protestos noRecife. Após se concentrarem desde às 9h na Praça do Derby, no Centro da capital, participantes da 22ª edição do Grito dos Excluídos — que neste ano se uniu ao ato 'Fora Temer - Recife contra o golpe', promovido pelo grupo Organização Diretas Já, contra o presidente Michel Temer — saíram em caminhada pela área central da cidade por volta das 10:40.


Segundo a Central Única dos Trabalhadores em Pernambuco (CUT-PE), uma das entidades organizadoras, 20 mil pessoas participaram da manifestação, que chegou ao destino final, a Praça da Independência, às 13h. A Polícia Militar informou que não vai divulgar estimativa de público do ato na capital pernambucana, que contou ainda com a presença de representantes de movimentos sociais, religiosos e de sindicatos.


Participantes do 22º Grito dos Excluídos na Ponte Duarte Coelho, no Centro do Recife (Foto: Danilo Tenório/TV Globo)
Participantes do 22º Grito dos Excluídos na Ponte Duarte Coelho, no Centro do Recife (Foto: Danilo Tenório/TV Globo)

Vestidos com camisas vermelhas, os manifestantes reivindicaram a saída do atual presidente do Brasil com faixas, cartazes e bandeiras. Entre as mensagens mais comuns, estavam frases como 'Fora Temer! Nenhum direito a menos!', 'Futuro Temeroso' e 'Amar sempre, Temer jamais'. Durante a passeata, os participantes do ato também cantaram refrões como 'Para a vida melhorar, tem que democratizar. Se o povo se unir, Michel Temer vai cair'. Um participante se fantasiou como o ex-presidente Lula e chamou atenção durante a concentração.


Após o início da passeata, o trânsito nos dois sentidos das avenidas Agamenon Magalhães e Conde da Boa Vista ficou bloqueado para a caminhada dos manifestantes. Durante o trajeto, participantes do ato levantaram placas com pedidos como 'Não à homofobia', 'Não ao racismo', 'Não à privatização', 'Pela legalização do aborto' e 'Pelo fim do massacre aos povos indígenas'. Cartazes solicitando uma reforma política no Brasil também foram utilizados no protesto.


No momento final do ato, os manifestantes queimaram um caixão que simbolizava a democracia. Os participantes também dançaram ciranda, promovendo um abraço coletivo na Praça da Independência. Apresentações culturais marcaram a dispersão da manifestação na área central do Recife.


G1

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