Publicada em 24/11/2016 às 12h25.
Moradores de Ribeirão sofrem com racionamento de água da COMPESA
De acordo com informações, redução ao volume morto de principal açude do município é o principal responsável pela crise hídrica.

Moradores de Ribeirão, na Mata Sul pernambucana, estão sofrendo há dias com a escassez do abastecimento de água em todos os bairros do município. Para tentar atender uma população estimada em 50 mil habitantes, a empresa responsável pelo fornecimento está realizando um racionamento rígido, em virtude do alcance do volume morto do principal açude de captação.


As informações são do repórter Márcio Roger, do Portal Nova Mais e da rádio Nova Quilombo FM. De acordo com os dados apurados, o açude de Igaí, principal reservatório de água, já alcançou o volume morto e não está em condições de manter a regularidade de fornecimento para o centro e bairros da periferia.   


Para que o abastecimento não seja integralmente suspenso, no entanto, a administração da COMPESA (Companhia Pernambucana de Saneamento) está captando água de um açude do Engenho Ditoso, pertencente à Usina Estreliana. Contudo, por ser de menor capacidade, a empresa decidiu fazer um revezamento entre os bairros, que dura entre 36h e 72h. A maior dificuldade está no atendimento aos bairros mais altos do município.


Nenhum representante da COMPESA quis gravar entrevista. Entretanto, já se sabe que a empresa planeja a construção de uma estação de tratamento à margem do rio Amaraji, na zona rural. Não há, entretanto, previsão para início e finalização das obras.

 

 

 

 

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