Publicada em 27/12/2016 às 17h12.
Cartão Reforma será disponibilizado primeiro em Pernambuco
Segundo o ministro Bruno Araújo, região Agreste do Estado deve receber projeto-piloto.

 

Segundo Araújo, o Cartão Reforma vai beneficiar pessoas que construíram com o próprio dinheiro / André Nery/JC Imagem

Segundo Araújo, o Cartão Reforma vai beneficiar pessoas que construíram com o próprio dinheiro

 

O projeto-piloto do Cartão Reforma, do Ministério das Cidades, deve ser implantado em 2017 em Pernambuco, possivelmente na região agreste do estado. A informação foi divulgada nesta terça-feira (27) pelo ministro Bruno Araújo em evento no Palácio do Campo das Princesas, no bairro de Santo Antônio.


“Temos R$ 1 bilhão no Brasil para 2017 e queremos que o projeto-piloto tenha Pernambuco como estado sede do Cartão Reforma para servir de modelo para todo o país”, disse o ministro. “Estamos discutindo ainda, mas queremos fazer na região do agreste. E queremos fazer os primeiros cadastros do Cartão Reforma possivelmente no mês de abril, entregando os primeiros cartões no mês de maio, com as obras concluídas nas casas das pessoas até setembro de 2017”, adiantou o ministro das Cidades.


Segundo Araújo, o Cartão Reforma vai beneficiar pessoas que construíram com o próprio dinheiro, mas precisam de “ajuda para aumentar a casa, recuperar a fossa, fazer reparos”.


O benefício será concedido a famílias com renda bruta mensal de até R$ 1,8 mil. Elas vão receber R$ 5 mil para comprar equipamentos de construção e serão responsáveis pela mão de obra. No lançamento do cartão, em novembro, o governo informou que o programa deve atender entre 85 mil e 100 mil famílias em 2017. 


Liberação do FGTS

Perguntado sobre a uma possível insatisfação do setor imobiliário com a liberação do saque dos recursos de contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), anunciado na última semana pelo governo, Araújo disse que o dinheiro é dos trabalhadores.


“O FGTS é recurso do trabalhador brasileiro, ele não é recurso de um segmento – ou imobiliário, ou da indústria, do comércio. Ele tem que servir ao trabalhador brasileiro garantir o devido financiamento. O que se fez nesse momento foi permitir que os recursos de contas inativas possam oxigenar a economia.” Com informações do JC Online.

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