Líder isolado, melhor ataque e melhor defesa nas duas primeiras rodadas do hexagonal do título do Campeonato Pernambucano. Falta alguma coisa para o Náutico? Para os próprios jogadores, sim. Acertar mais a pontaria. Nos dois jogos, contra Santa Cruz e Central, o mesmo placar de 2×0 poderia ter se transformado em goleada. Característica dos atacantes, ansiedade e necessidade de evoluir são as receitas.
O primeiro ponto é avaliado pelo técnico Gilmar Dal Pozzo. Ele lembra que seus homens de frente, e usou como exemplo Bergson, Rony, Thiago Santana e Rafael Ratão, jogadores que correm muito com a bola e se deslocam em alta intensidade. Mas na hora de pensar mais o jogo, incluindo aí avaliar a melhor hora de finalizar.
“O jogador que tem velocidade tem mais dificuldade em pensar mais o jogo. Mas é un findamento que vamos ter que melhorar no dia a dia”, ressaltou o treinador.
Autor de dois gols na competição, o atacante Bergson acredita no trabalho. Muito trabalho. Para ele, a busca da evolução constante vai fazer com que qualquer tipo de erro seja minimizado. “A cada dia de treino tem que estar evoluindo”, ressaltou.
O outro responsável pela segunda vitória, o atacante Thiago Santana acredita que a ansiedade ainda bate em alguns jogadores quando chegam mais perto do gol. Ele acredita que, especificamente, o que aconteceu em Caruaru foi a alta intensidade do time atropelou. “O jogo estava tão pegado que era para a gente ter mais calma”, disse.
FONTE: NE10