
?
O objetivo, como antecipou o Broadcast, servi?o de not?cias em tempo real do Grupo Estado, em agosto - quando o PDV foi aprovado pela diretoria-executiva da estatal -, ? fechar 5,46 mil vagas. Se confirmado, isso significar? uma economia mensal de R$ 54,5 milh?es com pagamento de sal?rios. S? entre carteiros, os Correios pretendem tirar 2 mil profissionais das ruas.
Com o PDV realizado no primeiro semestre, quando os pedidos de demiss?o chegaram a 6,26 mil, os Correios j? tinham conseguido enxugar em R$ 68,6 milh?es os gastos mensais com o efetivo. Apesar do grande n?mero de ades?es, o total ficou aqu?m da meta da estatal, que, em grave crise financeira, pretendia cortar na ocasi?o 8,2 mil empregados e enxugar a folha em R$ 72,9 milh?es por m?s. Ao reeditar o programa, os Correios poder?o ampliar para 10% o corte de um quadro que, antes dos PDVs, somava aproximadamente 117 mil empregados.
Para atingir um p?blico maior, a empresa retirou a exig?ncia de idade m?nima de 55 anos dos ?ltimos PDVs, permitindo agora a ades?o a todos os empregados com pelo menos 15 anos de trabalho na companhia de servi?os postais. ? oferecido como incentivo aos pedidos de demiss?o uma indeniza??o calculada de acordo com os proventos recebidos nos ?ltimos cinco anos - incluindo n?o s? sal?rios, mas tamb?m gratifica??es e complementos salariais - e o tempo de servi?o do funcion?rio. Um empregado com provento m?dio de R$ 6 mil e 35 anos de casa receber?, por exemplo, R$ 2,1 mil. O pagamento ser? feito em 93 parcelas mensais, limitadas a no m?ximo R$ 9,8 mil.
A ideia inicial da empresa era reabrir o PDV em setembro, mas o plano foi adiado em raz?o da greve deflagrada pela categoria em todo o Pa?s durante a campanha salarial. Ao confirmar em nota a abertura do que chama de novo ciclo do Plano de Desligamento Incentivado (PDI), os Correios atribuem a medida ? necessidade de "acertar as contas".
?