/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2017/h/f/6Q8kvDRrCj8DL5ABY26Q/whatsapp-image-2017-11-24-at-17.09.15.jpeg)
De acordo com o delegado, os dados contabilizados até a sexta-feira (15), mostram que foram apreendidos 2.523 quilos de maconha, 22 quilos de crack e 21 quilos de cocaína, em operações da Polícia Civil, por meio da equipe da própria DRN, e também de operações integradas com as forças de segurança do Estado.
Segundo Gustavo Henrique, a DRN instaurou neste ano 290 inquéritos, concluindo 241 deles. Do total, 230 apontam a autoria do crime. O trabalho da DRN resultou em 425 prisões, sendo 348 homens e 77 mulheres. Além das drogas foram apreendidas grande quantidade de armas e munições.
O delegado destacou que houve várias operações importantes durante o ano, e que diversas organizações criminosas envolvidas com tráfico de drogas foram desarticuladas.
“Destaco a operação em que foram presos Clebson Vieira da Silva, conhecido como “Quebrado”; Raika Barros Calixto; Jair Marques Pinto Júnior, o “Vaqueiro”; e aprendida uma menor com 17 anos. Foram apreendidos também 377 kg de maconha enviadas para Alagoas por um traficante que se encontra foragido, há quase dois anos, mas continuava remetendo grandes quantidades de drogas para o Estado”, disse.
Para o delegado, o crescimento do número de prisões e apreensões ocorreu porque os traficantes passaram a usar a estratégia de fracionar cada vez mais as drogas, para tentar evitar perdas maiores com grandes apreensões.
Gustavo Henrique destacou ainda o aumento da entrada de uma droga conhecida como Skank, que é um tipo de maconha mais concentrada, também conhecida como super maconha. “Enquanto a concentração de THC da maconha comum varia de 2% a 4%, a da Skank varia de 14% a 15%, podendo chegar em certos casos a 30%”, explicou o delegado.
G1
























