
(Reprodução da internet)
Trabalhadores filiados ao Sindicato dos Vigilantes do Estado de Alagoas (Sindvigilantes/AL) ameaçam entrar em greve após a categoria rejeitar, durante assembleia realizada nessa quinta-feira (14), a proposta apresentada pelo Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado de Alagoas (Sindesp). Reajuste salarial é a principal reivindicação dos vigilantes.
Segundo o presidente do Sindvigilantes, José Cícero Ferreira, o indicativo de greve é fruto da contraproposta apresentada pela classe patronal, que não satisfaz a categoria.
"Tentamos, sem sucesso, um acordo desde janeiro deste ano. As empresas insistem em retirar direitos, mantendo uma proposta que não nos contempla. Como estão inflexíveis, tivemos de chegar ao ponto de anunciar a possibilidade de paralisação dos nossos serviços", afirmou.
E apesar da insatisfação, os vigilantes decidiram suspender o movimento até a próxima segunda-feira, quando deverão se reunir novamente com o Sindesp, sob a mediação do Ministério Público do Trabalho de Alagoas (MPT/AL), na sede do MPT. A decisão definitiva sobre a greve será tomada após o encontro em Mangabeiras.
Caso não haja acordo, os vigilantes afirmam que vão parar as atividades já a partir das primeiras horas da terça (19), o que pode comprometer o funcionamento dos bancos da capital e interior, em razão da ausência de segurança privada nas agências.
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