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Na época, a publicidade foi alvo de um processo no Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar). O órgão recebeu mais de 120 reclamações de consumidores que consideraram que a propaganda ridicularizava os estrangeiros e promovia o "deboche" e a "trolagem" dos turistas. No entanto, o caso foi arquivado porque o Conar considerou que não houve ofensa ou ridicularização na campanha.
A Ambev também se manifestou afirmando que "em nenhum momento teve a intenção de ofender os turistas ou discriminar quem quer que seja. A companhia lamenta que a brincadeira de Neymar com seus amigos tenha sido mal interpretada por algumas pessoas", disse a empresa, em comunicado.