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(Foto: Polícia Federal/Divulgação)
Um vigilante foi detido pela Polícia Federal (PF) por tentar vender um saxofone furtado do Instituto de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE), em Barreiros, na Zona da Mata Sul. De acordo com a corporação, o homem colocou um anúncio em um site de compras na internet para comercializar o instrumento musical, que ainda estava com a numeração do patrimônio da União.
Autuado por receptação, o vigilante, que não teve o nome revelado, seguiu para a sede da Polícia Federal, na área central do Recife. Encaminhado para exame de corpo de delito no Instituto de Medicina Legal (IML) e para a audiência de custódia, o homem foi liberado e vai responder ao crime em liberdade, de acordo com a PF.
Ele poderá pegar de um a quatro anos de cadeia, de acordo com o artigo 180 do Código Penal. Como o crime envolve um patrimônio do governo federal, a penalidade é aplicada em dobro, segundo a PF.
Segundo a polícia, a prisão ocorreu no dia 20 de junho, quando agentes se passaram por compradores do saxofone e efetuaram o flagrante. No depoimento, o homem, que não tinha antecedentes criminais, alegou ter recebido o instrumento como pagamento de um empréstimo feito a um aluno do IFPE de Barreiros.
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(Foto: Polícia Federal/Divulgação)
O vigilante contou que também estudou na instituição e que aceitou o instrumento no lugar do dinheiro, uma vez que o aluno pediu R$ 2 mil emprestado e não pagou, no período de 15 dias, como havia prometido. O homem detido informou aos agentes federais que o estudante disse que o saxofone tinha sido doado pelo instituto.
A PF informou, no entanto, que recebeu a informação de que o saxofone comercializado pela internet havia sido furtado do IFPE em 2014. O vigilante admitiu, segundo a PF, que não verificou a informação sobre uma possível doação do instrumento.
No depoimento, o vigilante disse, ainda, que trabalhou no IFPE entre 2010 e 2015. Informou que perdeu o contato com esse estudante e soube que ele teria viajado para São Paulo. Alegou também que ficou com o saxofone muito tempo em casa e só agora teve a ideia de tentar vendê-lo pela internet, por R$ 4 mil.
G1