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O fato de, a partir de agora, uma derrota significas a volta para casa não vai fazer o técnico da seleção brasileira, Tite, exigir qualidade total de seus comandados. Questionado sobre a dificuldade um jogo eliminatório ele concordou que a margem de erro, o componente emocional e de concentração são mais elevados e, por isso, a maneira de comandar, desafiando sempre os atletas, será mantida, mas sem exageros.
“Não dá para chegar a cem por cento. É desumano, o crescimento do time não é quantificável, o que procuro fazer é desafiar os jogadores a crescer, mas não sei até onde essa equipe pode jogar. O mata-mata tem um caráter emocional forte, a margem de erro diminuiu muito e o nível de concentração é altíssimo. O erro zero não existe, mas diminuir a possibilidade dele é possível”, apontou.
Ele lembrou que, um dos caminhos para chegar num bom nível de desempenho é ter boas peças de reposição e lembrou o problema físico do lateral-esquerdo Marcelo, que precisou sair aos dez minutos do primeiro tempo.
“A equipe tem que ser forte durante toda competição, suportar pressão, ser equilibrada e ter peças de reposição para momentos importantes. Se a gente tivesse o foco na preparação apenas da equuipe que inicia não teríamos a performance que temos. Nossa preocupação é sempre em busca de fortalecimento e crescimento”.
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