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Alguns profissionais, no entanto, indicam a troca. "Além do valor estético, a resina deixa infiltrações e cáries mais visíveis", diz o cirurgião-dentista Edson Myai, da SucessOdonto Prime. Dessa forma, ajuda no tratamento precoce e até na prevenção de problemas. "Quanto à durabilidade, depende muito dos hábitos de cada um, como alimentação, tabagismo, ranger de dentes etc."
É preciso cuidar bem de qualquer restauração. Rotina de higiene bucal e boa alimentação, além da visita regular ao dentista, são essenciais. "Amálgamas são mais resistentes, mas é preciso fazer um raio-X para checar se não há fraturas ou infiltrações e, assim, fechar um diagnóstico seguro", diz Beatriz Bussab, cirurgiã-dentista da Dental Saúde.
"A resina já evoluiu, e novas tecnologias sempre surgem. Dentistas e pacientes devem conversar para chegar à melhor saída", diz Capel.
ENTENDA AS DIFERENÇAS
- Amálgama: Restauração mais antiga, de cor escura, é formada por uma uma liga metálica que tem prata, estanho e mercúrio em sua composição. Além desses metais, quantidades menores de cobre, zinco, ouro, índio e platina são utilizadas para aumentar a resistência à corrosão.
- Resinas compostas: Já usadas há cerca de 20 anos, elas são de cor branca e, por isso, têm mais valor estético e não contêm metais que podem ser tóxicos ao organismo.
Fontes: Beatriz Bussab, cirurgiã-dentista da Clínica Dental Saúde; Edson Myai, cirurgião-dentista da SucessOdonto Prime; Felipe Melhado Magri, especialista em implantodontia, em prótese dentária e reabilitação oral; Conselho Regional de Odontologia de São Paulo. Com informações da Folhapress.