
(Cadeia Pública de Saloá, PE/ Imagem do Google)
Um caso no mínimo inusitado na cadeia pública chamou a atenção da Polícia Militar de Saloá, no Agreste pernambucano. Uma mulher de 42 anos foi detida, na tarde de quinta-feira (27), tentando entrar no prédio com um galão de vinte litros contendo substância análoga à aguardente.
O setor de informações do 9º BPM enviou uma viatura da guarnição tática para apurar o caso. Chegando lá, os policiais depararam-se com a suspeita, acusada de tentar entregar a um preso um botijão simulando estar cheio de água. Durante a revista dos funcionários da cadeira, no entanto, percebeu-se que, na verdade, o recipiente estava com uma substância líquida com cheiro forte de aguardente.
Questionada sobre o fato, a mulher alegou que a encomenda seria para um detento que está preso na mesma cela que seu companheiro, e que teria pego o galão de uma senhora, na entrada de Garanhuns, junto com algumas compras. Ela também afirmou desconhecer a identidade dessa mulher.
Diante dos fatos, a suspeita foi conduzida, juntamente com o material apreendido, à sede da delegacia de Iati, para as medidas cabíveis. Após oitiva com o delegado, ela assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrências (TCO) e foi liberada.