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Durante o levantamento, também foram analisados 2.161 quilômetros de extensão federal, dos quais 68,4% foram classificados como ótimos ou bons. A pesquisa avaliou a condição da superfície dos pavimentos, das faixas laterais e legibilidade das placas.
A CNT também dividiu a análise pelo critério de concessão, em que as rodovias privadas aparecem com 100% dos 41 quilômetros analisados classificados como ótimos ou bons. As rodovias sob gestão pública, no entanto, têm 47,7% dos 3.123 quilômetros com a mesma classificação.
A avaliação feita pela CNT leva ao resultado de 51,7% de todas rodovias do estado com classificação regular, ruim ou péssima. No total, foram avaliados 3.164 quilômetros. Para reparar o problema, são necessários R$ 721,2 milhões para ações emergenciais de reconstrução e restauração das vias.
Remendos, afundamentos, ondulações e falta de sinalização adequada são os problemas apontados pela pesquisa. Para a manutenção dos trechos desgastados, o custo estimado é de R$ 454,92 milhões.
Procurado pelo G1, o Departamento de Estradas de Rodagem (DER), órgão vinculado à Secretaria de Transportes, afirmou, através de nota, que na atual gestão foram investidos mais de R$ 700 milhões em obras de infraestrutura viária.
O órgão diz ainda que, a partir de 2019, serão contempladas outras rodovias, através de obras estruturadoras e de manutenção rotineira, que constarão no novo Programa Rodoviário da próxima gestão do Governo de Pernambuco.
G1