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"Sabiamente, o Brasil estendeu o contrato de Tite até 2022, ignorando as críticas pela rotação dos capitães e por estar 'preparado para ir até o túmulo com Gabriel Jesus'", colocou o jornalista Huw Davies. "Ele deveria ter sido contratado bem antes de 2016, quando assumiu depois da segunda e desastrosa passagem de Dunga, e quando venceu 12 e empatou dois dos 14 jogos finais da seleção nas Eliminatórias Sul-Americanas, levando o time para a Rússia como favoritos".
A publicação também amenizou a eliminação da seleção brasileira na Copa do Mundo, nas quartas de final, para a Bélgica. Ao invés disso, exaltou a tática usada por Roberto Martinez, "que colocou Kevin De Bruyne como 'falso 9', com Nacer Chadli no meio e Romelu Lukau pelo lado". "Não há como se preparar para isso", escreveu Marcus Alves.
Renato Gaúcho, por sua vez, ficou uma posição à frente do croata Niko Kovac, que ainda nem completou uma temporada com o Bayern de Munique. Ele também superou Marcelo Gallardo, que treina o River Plate, rival na semifinal da Copa Libertadores.
O estilo boleiro de Renato não escapou à análise da FourFourTwo: "Enquanto a maioria dos seus colegas estavam viajando e tentando pegar alguma coisa com Guardiola, Ancelotti ou Mourinho, Renato preferiu ficar nas praias do Rio de Janeiro, jogando seu esporte favorito, o futevôlei".
"Levou cerca de dois anos para o homem conhecido pela sua mãe como 'Renato Portaluppi' ser contratado e assumir o Grêmio, no final de 2016. Muitos acharam que era uma escolha arriscada, mas não poderiam estar mais enganados", prosseguiu a revista.
"Em novembro de 2017, Renato se tornou o primeiro brasileiro campeão da Libertadores como jogador e treinador, e ele levantou três outros troféus desde então. Ele está com um pé em outra Libertadores, depois que o Grêmio venceu o River Plate no primeiro jogo das semifinais. Sem surpresas, então, que ele é o favorito para assumir a seleção brasileira após Tite", encerrou. Com informações da Folhapress.