Erika, que já tinha uma tatuagem homenageando outro presidente, o dos EUA, Donald Trump, decidiu eternizar Jair Bolsonaro fazendo a tattoo com uma caricatura no final de 2018. A divulgação do feito causou transtornos para a Miss Bumbum que chegou a denunciar na polícia algumas represálias e ameaças sofridas na internet. "As feministas me odeiam, mas mesmo assim, deixarei a tatuagem à mostra (no Carnaval)", assegura a modelo.
A Miss Bumbum não é novata na avenida do carnaval de São Paulo. Ela já havia desfilado pela Unidos da Vila Maria em 2017. Naquele ano, por ser frequentadora da igreja evangélica, Erika desfilou com trajes bem comportados. Em 2019, porém, ela promete mostrar mais do corpo, incluindo suas tatuagens polêmicas. "Estou me preparando emocionalmente e fisicamente para ser destaque nesse Carnaval".
*Com informações da assessoria

























