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Para quem está curioso e quer entender como tudo isso foi feito, aqui vai uma explicação: Grover desenvolveu manualmente os cabos usando uma máquina de usinagem. De todos os objetivos, o principal foi investigar um potencial de ameaças e aumentar a conscientização de que ataques poderiam ser incorporados em cabos WiFi, em vez de se concentrarem apenas nas unidades USB.
E agora?
Entendemos que não deve ser tão fácil imaginar que isso funcione como parte independente, mas a troca do cabo USB de determinado alvo pode ser um meio de introduzir um hacker a sistemas específicos.
Para quem se preocupa tanto assim com a segurança, basta adquirir acessórios que possibilitem que a energia USB passe entre os dispositivos para permitir o carregamento, mas não permitam a transferência de dados.
Esse cabo malicioso não será comercializado, mas sim divulgado entre investigadores de segurança, demonstrando as falhas que os sistemas apresentam.
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