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Créditos: Reprodução / Instagram
Os conflitos entre tropas do governo e opositores ao regime de Nicolas Maduro na Venezuela na última terça-feira (30) têm sido marcados por mensagens com conteúdo duvidoso divulgadas nas redes sociais.
Os conflitos começaram depois que o oposicionista Juan Guaidó convocou o povo a ir às ruas. Leopoldo López, outro oposicionista, apareceu fora de sua prisão domiciliar após cinco anos.
#FAKE: Vídeo fora de contexto com venezuelanos cantando o hino
Ganhou projeção nas redes sociais um vídeo que mostra cidadãos com bandeiras da Venezuela e cantando o hino do país.
O vídeo é verdadeiro, mas foi gravado em protestos contra o governo na cidade de Maracaibo, em 2014. Ou seja, tem sido tirado do contexto para dar a impressão de que é atual.
O alerta sobre a mensagem #FAKE partiu de vários internautas, como o humorista e youtuber Javier Romero.
#FAKE: Foto antiga de via lotada compartilhada como sendo atual
Uma imagem tem sido compartilhada na web como sendo dos protestos da última terça (30). Ela, no entanto, foi registrada pela Reuters em 2016. Na época, manifestantes lotaram uma das principais avenidas de Caracas para um protesto batizado de "Toma de Venezuela".
#FAKE: Declaração falsa de Piñera falando em invasão 'caso toquem em Guaidó'
Também circula nas redes sociais uma imagem do presidente do Chile, Sebastian Piñera, junto com uma frase atribuída a ele que diz que "se tocarem em Juan Guaidó, lider da oposição a Maduro, aviões chilenos estarão na Venezuela em duas horas".
A mensagem, porém, é #FAKE. Piñera, aliás, escreveu no Twitter que reitera seu apoio a Guaidó, mas acrescentou que a ditadura de Maduro deve terminar pela força pacífica do povo venezuelano e dentro da Constituição.
#FATO: Tanque blindado atropelando manifestantes
A informação de que veículos blindados avançaram contra a multidão em Caracas tomou as redes. Várias pessoas questionaram o fato, dizendo se tratar de "fake news". As imagens, no entanto, foram captadas e mostraram o tanque atravessando a via em direção aos manifestantes.
G1