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Foto: Abel Alves/TV Asa Branca
A prefeita de Caruaru, Raquel Lyra (PSDB), anunciou, por meio das redes sociais, na última sexta-feira (10) que encaminhou um projeto de lei à Câmara de Vereadores do município do Agreste de Pernambuco, que vai autorizar a liberação de verba para auxiliar os feirantes que perderam bancos no incêndio que atingiu o espaço da Brasilit, na Feira da Sulanca.
"É para dar um apoio financeiro, para que eles [os feirantes] possam recomeçar seu trabalho, sua vida, a partir da próxima segunda-feira. A gente já garantiu os bancos, estamos limpando o espaço para que não haja prejuízos maiores do que aqueles que já aconteceram", enfatizou a prefeita.
Ainda não há informações da quantia que foi solicitada pelo governo municipal para auxiliar os feirantes.
Incêndio da Feira da Sulanca pode ter sido causado por algum problema na rede elétrica
Prefeita visitou local do incêndio
Em entrevista à TV Asa Branca, Raquel Lyra (PSDB) informou que foi feito um levantamento junto com a Celpe no local onde ocorreu o incêndio, com o intuito de diminuir as vulnerabilidades.
"A gente precisa retirar as gambiarras, colocar os transformadores nas calçadas, precisa que cada um crie o seu kit para prevenção para momentos como esses. A gente ainda não sabe a causa do incêndio, mas sabe que a situação precária daqui permite que o fogo se alastre com maior rapidez", declarou.
Entenda o caso
Um incêndio foi registrado na noite da segunda-feira (6) no espaço da Brasilit, na Feira da Sulanca, em Caruaru. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o fogo se iniciou por volta das 18h e foi controlado às 20h30. Ninguém ficou ferido.
Feirantes informaram que um caminhão dos Bombeiros foi inicialmente ao local sem água suficiente e teve que voltar para reabastecer. Os próprios feirantes utilizaram baldes com água para ajudar no controle das chamas. Não tem hidrante no local.
Comerciantes que trabalham no local lamentaram a perda dos bancos e das mercadorias. "Perdi tudo, a mercadoria ficou. Eu vim de Cupira no maior desespero. Vai fazer um ano que eu arrumei o banco e agora acabou tudo", disse emocionado um dos feirantes. Outro, que também perdeu o que tinha, disse que não sabe o que vai fazer daqui para frente.
G1