Publicada em 06/07/2019 às 09h25.
Terceira morte por leishmaniose visceral causa preocupação
O número de mortes neste ano na cidade já é igual ao registrado em todo o ano passado e causa preocupação.

Imagem: Reprodução/Internet

 

A prefeitura de Araçatuba, no interior de São Paulo, confirmou  a terceira morte por leishmaniose visceral no município. A vítima, um homem de 49 anos, morava no bairro Hilda Mandarino, na zona leste da cidade. A Secretaria da Saúde, por meio do Centro de Zoonoses, está fazendo bloqueios na região para evitar novos casos e controlar a população do mosquito palha, que transmite a doença.


O número de mortes neste ano na cidade já é igual ao registrado em todo o ano passado e causa preocupação. A prefeitura abriu cinco ecopontos e está mobilizando a população para recolher entulhos e lixo.


Em todo o Estado de São Paulo, até o dia 10 de abril, tinham sido registrados 13 casos e duas mortes por leishmaniose visceral - as outras duas mortes aconteceram depois dessa data e ainda não tinham sido contabilizadas. Um dos óbitos aconteceu em Castilho, também na região de Araçatuba. 


Conforme a Secretaria da Saúde do Estado, as ações de combate e prevenção relacionadas às zoonoses, como a leishmaniose, competem aos municípios. Ainda segundo a pasta, a Superintendência de Controle de Endemias (Sucen) apoia as prefeituras em capacitações e ações. No ano passado, o Estado registrou 9 mortes por leishmaniose visceral.

 

DP

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