
Foto: Defesa Civil de Barreiros/ Divulgação.
Após um final de semana de muita chuva na cidade de Barreiros, Mata Sul de Pernambuco, a Defesa Civil informa que nível de água baixou e aproximadamente 70% dos moradores já retornam para suas casas. Apesar disso, os prejuízos permanecem - muitas famílias perderam móveis e utensílios domésticos e a Compesa cortou a água em algumas áreas do município. As entidades responsáveis garantem que mobilizações estão sendo feitas para auxiliar essas famílias.
A chuva começou na cidade por volta das 19h do sábado e permaneceu até às 7h do domingo. De acordo com balanço preliminar da Apac, a cidade registrou, em 24 horas, 156 milímetros de chuva, o que resultou no desalojamento de 518 famílias, informa a Defesa Civil de Barreiros.
Com a precipitação, o Rio Carimã transbordou, atingindo parte do Centro da cidade e quatro bairros. O mais atingido foi o bairro dos Lotes, onde foram desalojadas 240 famílias. Depois, vieram Santa Gorete, com 180; Prainha de Cima, 41; Granja Itaperibu, 18; e Tibiri, com 12. Na área central, foram 27.
Segundo com a Defesa Civil de Barreiros, as 518 famílias atingidas (aproximadamente 2.072 pessoas) ficaram temporariamente na casa de familiares e amigos, não sendo necessário fornecer abrigo. Nesta manhã, a entidade informa que mais de 70% das famílias já estão em casa, mas que ainda há muito receio em retornar. A precipitação fez com que muitos moradores tivessem danos materiais, perdendo móveis e eletrodomésticos.
O coordenador da Defesa Civil de Barreiros, Amaro Joaquim Galdino, informa que o Rio Carimã ainda não está no nível regular, e que está sendo feito um monitoramento constante do nível de água. O profissional informa ainda que as necessidades dos moradores estão sendo encaminhadas à Codecipe e à Casa Militar, com o apoio do Governo do Estado de Pernambuco. O chefe da Casa Militar, Coronel Carlos José, já se posicionou disponibilizando mantimentos como materiais de limpeza e alimentos.
Foi informado também que estão sendo articuladas mobilizações com ONG's.
FONTE: FOLHAPE