
Imagem: reprodução da internet
Por Andréa Galvão
Ontem, 25 de julho, foi o dia de render homenagem a quem escreve. no entanto, quero estabelecer um diálogo franco com sua excelência: o leitor!
O que seria de quem escreve se não houvesse alguém para decodificar, absorver e envolver-se com a palavra escrita de um modo tão peculiar? Restrito apenas aos amantes dos livros!
Interlocutores, receptores, leitores! É pensando na emoção que provocamos em vocês, quando se deparam com a palavra escrita, que nos debruçamos diante do papel em branco para fabricar sonhos, quer sejam na forma de poemas, contos, crônicas,biografias ou romances.
Tememos bastante o bruxo insidioso que habita no Reino da Crítica Literária, é fato! Em contrapartida, quando mentalizamos pessoas, convertendo frases e parágrafos em algumas imagens, seres, em um mundo muito particular, onde a imaginação de cada um de nós habita, é infinitamente prazeroso.
Que eu nunca me perca nas minhas ideias a ponto de não poder traduzi-las num espaço qualquer! Que os leitores se multipliquem, mesmo a sedutora tecnologia insistindo em desviá-los da trilha das letras! Parabéns para quem escreve e parabéns para quem bebe na fonte inesgotável de saber, que atende pelo nome de leitura!
A alcunha de "Atenas do Sertão", dada pelo Cardeal Arcoverde à Pesqueira, justifica a vocação para a literatura que muitos dos seus filhos possuem para as Artes e a Literatura.
Salve Potiguar Matos, Zeferino e Anísio Galvão e, sobretudo, os da nova geração, que enobrecem Pesqueira através de seus escritos!