
Um
ano e três meses após o primeiro registro de morte pelo novo
coronavírus no Brasil, o país atingiu a marca de 500 mil mortos pela
Covid-19. Segundo dados do consórcio de veículos da imprensa, o Brasil
confirmou mais 1.401 novos óbitos de sexta (18/6) para sábado (19/6) e
com isso ultrapassou a triste marca de meio milhão de vidas perdidas
para a doença.
Desde o início da pandemia, o país soma 500.022
mortes por Covid-19. Além disso, os dados do consórcio formado por
Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL em parceria com 27 secretarias
estaduais de Saúde, registrou mais 20.483 novos diagnósticos positivos
para Covid-19. No total, mais de 17,8 milhões de pessoas já se
infectaram.
Os dados oficias do Ministério da Saúde só são
divulgados no final da tarde, mas também devem confirmar a trágica marca
de 500 mil mortes. Isso porque a média móvel de óbitos do país é de
2.038 mortes e o país precisa de registrar 1.501 vidas perdidas neste
sábado (19) para superar a marca.
A marca fúnebre de meio
milhão de mortos estimulou diversas personalidades políticas a se
manifestarem nas redes sociais. Entre elas, o governador de Pernambuco,
Paulo Câmara (PSB), que mostrou sua indignação através da sua conta
oficial no Twitter.
Também pelo Twitter, o
ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, manifestou solidariedade às vítimas
da doença. "500 mil vidas perdidas pela pandemia que afeta o nosso
Brasil e todo o mundo. Trabalho incansavelmente para vacinar todos os
brasileiros no menor tempo possível e mudar esse cenário que nos assola
há mais de um ano", afirmou Queiroga.
"Presto minha solidariedade
a cada pai, mãe, amigos e parentes, que perderam seus entes queridos",
completou o quarto ministro da Saúde do governo Bolsonaro.
Até
às 16h20, o presidente Jair Bolsonaro ainda não havia se pronunciado
sobre a marca de mortes atingida. Neste sábado (19), atos contra o
presidente são organizados por todo país.
FONTE: DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR