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Processo de fabricação de itens / Reprodução do G1.
Detentos da Penitenciária Juiz Plácido de Souza (PJPS), em Caruaru,no Agreste de Pernambuco, vão produzir vestimentas e máscaras para os profissionais do Instituto de Medicina Legal (IML) de Recife. A iniciativa acontece após um convênio entre a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos, por meio de sua Executiva de Ressocialização (Seres), e uma empresa de terceirização.
Serão confeccionados 1.200 macacões, 1.400 capotes e 2 mil máscaras. Os presos envolvidos passaram por treinamento na empresa terceirizada, com relação ao corte e costura.
Entre os benefícios oferecidos as pessoas privadas de liberdade que trabalham, estão a remição de pena na proporção de um dia a menos a cada três trabalhados e a remuneração com valor correspondente a 75% do salário, ficando 25% para ser liberado após a liberdade.
Já para o empregador
estão a isenção de impostos, já que o preso não fica sob o regime CLT,
remuneração de um salário mínimo e mão de obra qualificada. A empresa também
pode constituir sede dentro das unidades prisionais.
FONTE: G1.