Publicada em 28/01/2022 às 08h40.
Ossada achada em córrego com lacre da SDS é de mulher que deu entrada sem vida em hospital em 2018, diz polícia
Um dia após ossos terem sido achados em São Lourenço da Mata, Polícia Civil informou que restos mortais eram de mulher de 45 anos.


Lacre da Secretaria de Defesa Social em ossada chamou atenção de moradores — Foto: Reprodução/WhatsApp


A ossada humana encontrada no Grande Recife em um saco com lacre da Secretaria de Defesa Social (SDS) é de uma mulher de 45 anos que deu entrada, sem vida, no Hospital da Restauração (HR), na capital pernambucana, em 9 de dezembro de 2018.


A informação foi repassada nesta quinta (27) pela Polícia Civil, que investiga o crime de vilipêndio de cadáver e também como os ossos chegaram até o local onde foram achados.


A ossada humana foi descoberta na frente de uma casa, na quarta-feira (26), em São Lourenço da Mata. A diarista Ana Maria de Souza, de 54 anos, tentava desobstruir o córrego que fica em frente ao imóvel, quando percebeu que o que estava entupindo o córrego eram restos mortais.



Nesta quinta, por meio de noita, a Polícia Civil informou que a ossada é de uma mulher que "foi levada para a unidade hospitalar pelos familiares e não apresentava sinais de violência física".


Ainda segundo a polícia, após dar entrada no Instituto de Medicina Legal (IML), em Santo Amaro, na área central do Recife, o corpo foi reconhecido pela irmã da mulher que morreu.


Em seguida, acrescentou a nota, o cadáver foi entregue à família, "que o recolheu por meio dos serviços de uma empresa funerária".


"Importante ressaltar que, após a necrópsia, o corpo é entregue à funerária ainda com o Número de Indicação Cadavérica (NIC)", disse a polícia, na nota. O caso está sendo investigado pela 9ª Delegacia Seccional.


Segundo o Código Penal, o vilipêndio de cadáveres é considerado crime contra o respeito aos mortos. Previsto no artigo 212, esse ato de vilipendiar cadáveres ou suas cinzas tem penalidade de um a três anos de reclusão, além de pagamento de multa.


O caso

Na quarta-feira, após a denúncia feita pela moradora que achou a ossada, equipes da Polícia Militar, da Polícia Civil e da Polícia Científica foram enviadas para o local, na rua 45, no Parque Capibaribe.


Filha de Ana Maria, diarista que encontrou o material, Aline Ferreira contou que, ao mexer no saco foram encontrados os ossos. Primeiro, afirmou, surgiu um crânio. Ela ressaltou que havia um lacre com a sigla SDS.


Aline disse ao g1 que não foi a primeira vez que apareceram ossos no córrego, mas que a família nunca imaginou que poderiam ser humanos.



FONTE: G1.GLOBO.COM.BR

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