
O
presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), José Carlos
Oliveira tomou, anunciou nesta quarta-feira que aposentados,
pensionistas e outros titulares de benefícios não terão que fazer mais a
prova de vida presencialmente. De acordo com Oliveira, esse trabalho
será feito pelo próprio governo, que consultará bases de dados públicas e
privadas para saber se a pessoa continua viva.
O anúncio foi
feito durante cerimônia no Palácio do Planalto, na qual o presidente
Jair Bolsonaro assinou uma portaria com as novas regras. A prova de vida
tem o objetivo de evitar fraudes no pagamento de benefícios.
— A
partir de agora, a obrigação de fazer a prova de vida é nossa, do INNS.
Como faremos? Com todas as bases de todos os órgãos do governo —
discursou Oliveira. — Nós faremos a busca dessas bases, tanto no governo
federal, estadual e municipal, e também em entidades privadas.
O
presidente do INSS citou, entre as bases de dados que serão
consultadas, a renovação da carteira de identidade ou do passaporte ou o
registro de votação.
Caso o governo não encontre um "movimento"
do cidadão, uma equipe irá até a casa do beneficiário para realizar a
prova de vida. Essa operação será feita por meio de parcerias, uma delas
com os Correios, segundo Oliveira.
— Se caso nós não encontramos
um movimento do cidadão em uma dessas bases, mesmo assim o cidadão não
vai precisar sair de casa para fazer a prova de vida. O INSS proverá
meios, com parcerias que fará, para que essa entidade parceira vá na
residência e faça a captura biométrica na porta do segurado.
FONTE: FOLHAPE.COM.BR