
Vítima do homicídio./ Imagem: Whatsapp da Redação/ Portal Nova Mais.
Um ex-presidiário de 23 anos foi
assassinado com uma rajada de tiros, próximo à sua residência, no centro da
cidade de Pesqueira, no Agreste pernambucano. O crime ocorreu na noite de segunda-feira (07/02) e está sendo
investigado pela Divisão de Homicídios da Polícia Civil de Pernambuco.
Testemunhas afirmaram que houve
uma intensa rajada de disparos de arma de fogo no local. Pedro Henrique de
Souza estava em casa com sua família, por volta das 20h30, quando teria recebido
uma ligação telefônica e saído para a rua em seguida. Minutos depois, foram
ouvidos os disparos, que o levaram a óbito no local.
A Polícia Militar foi acionada e
chegou a realizar rondas ostensivas nas imediações, com o objetivo de identificar
a autoria do crime, mas sem êxito até o momento. Equipes da Polícia Civil e do
Instituto de Criminalística (IC) estiveram no local para análise cadavérica e
consequente encaminhamento do corpo ao Instituto de Medicina Legal, em Caruaru.
Vítima envolvida em crimes
Segundo o sistema policial, Pedro
era ex-presidiário, com envolvimento com o tráfico de drogas e homicídios.
Segundo informações colhidas pela reportagem, ele havia sido preso há alguns
meses por formação de quadrilha em João Pessoa, capital da Paraíba.
Em entrevista à reporter Edna
Soares, do Microfone Aberto (Agreste), a tia da vítima, Maria Josenilda de Souza,
dona de casa, que havia estado em sua companhia instantes antes do crime, relatou
que o rapaz também estava na companhia do pai, da ex-esposa e de um bebê, que
era seu filho.
Nenhum deles, no entanto, teria
presenciado o assassinato, mas chegaram a perceber a movimentação de um carro
suspeito fugindo do local.
- “Depois que ouvimos os tiros, nós fomos para dentro. Depois chegou a
informação de que Pedro Henrique estava morto. Nós não vimos muita
movimentação, mas vimos um carro no local, que não conseguimos identificar”,
disse.
As investigações continuam no
âmbito da Divisão Especializada em Apuração de Homicídios (DEAH), da Polícia
Civil de Pernambuco. Até agora ninguém foi preso.