
Câmara dos Deputados / Reprodução: Notícias ao Minuto.
Apesar da pressão pública do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o que incluiu uma divergência pública com o governador e pupilo Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), o seu partido, o PL, deu 20 votos favoráveis à aprovação da reforma tributária na noite desta quinta-feira (6).
Maior bancada da Câmara, com 99 cadeiras, o partido ameaçou "fechar questão" contra a reforma, o que obrigaria a rejeição unânime à proposta, sob risco de punição, mas após ação de Tarcísio e do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), o partido decidiu apenas orientar o voto contra.
Votaram a favor da reforma, ou seja, contra as orientações de Bolsonaro, os seguintes deputados do PL:
A maior parte desses deputados vem do Nordeste e integra o Centrão e não do chamado "bolsonarismo raiz".
A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da reforma tributária foi aprovada em primeiro turno por 382 votos e 118 votos contra, com 3 abstenções.
FONTE: NOTÍCIAS AO MINUTO.