Publicada em 10/06/2016 às 08h54.
Twitter pede que usuários mudem suas senhas após vazamento de dados
Segundo a rede social, o vazamento não ocorreu a partir de seus servidores, mas sim por conta de malwares instalados nas máquinas das vítimas.

Nesta quinta-feira (09), mais de 32 milhões de usuários do Twitter tiveram suas credenciais de autenticação na plataforma de microblogging vazadas na internet. As informações, que incluem os nomes de usuários e suas respectivas senhas, estão sendo vendidas na "dark web" por um hacker russo conhecido como Tessa88.

 

Em resposta ao acontecido, o Twitter publicou em seu blog, nesta sexta-feira (10), algumas explicações sobre o vazamento e como os usuários podem manter suas contas seguras. Segundo a rede social, o vazamento não ocorreu a partir de seus servidores, mas sim por conta de malwares instalados nas máquinas das vítimas.

 

Segundo a companhia, esses softwares nocivos estão coletando informações e senhas de vários sites. "Estamos confiantes de que a informação não foi obtida a partir de um hack em nossos servidores", afirmou o site. Independentemente da origem do problema, o microblog pede para que os usuários tomem providencias para manter suas contas protegidas. Algumas contas foram bloqueadas pela própria rede social, obrigando os usuários a trocarem suas senhas antes de acessá-las novamente.

 

Os demais usuários que tiveram suas informações vazadas estão recebendo um e-mail solicitando que redefinam suas senhas para evitar qualquer tipo de transtorno futuro. O Twitter também sugere que todos, independentemente se estão ou não na lista das contas expostas, ativem a autenticação de duas etapas, usem uma senha forte que não esteja sendo utilizada em outros sites e confirme em programas como 1Password ou LastPass que suas senhas são fortes o suficiente para garantirem a segurança de seus perfis.

 

A rede social declarou que a segurança tem sido um "desafio para todos os sites" e que a plataforma tem utilizado "uma variedade de métodos" para manter as contas seguras, incluindo o uso de HTTPS em todas as páginas e a avaliação de informações como localização, dispositivo que está sendo utilizado e o histórico de login para descobrir algum comportamento suspeito. "Estamos sempre focados nas questões que representam uma ameaça real à segurança das contas", comentou a rede social.

 

 

Canaltech

 

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