
Foto: Divulgação.
A
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu restringir a
suspensão aplicada anteriormente a produtos da Ypê, concentrando a medida
apenas em lotes mais antigos de detergentes, desinfetantes e lava-roupas
comercializados pela marca.
A
alteração foi oficializada nesta segunda-feira (22) em publicações no Diário
Oficial da União. Ao todo, quatro resoluções foram divulgadas pela autarquia:
três delas anulam parte da decisão anunciada em 15 de junho, enquanto uma
quarta estabelece quais itens continuarão sujeitos às restrições.
Com
a revisão, foram liberados os produtos fabricados em 2026 que obtiveram
desempenho considerado satisfatório em exames laboratoriais. A suspensão passou
a valer somente para lotes específicos identificados no decorrer das apurações
conduzidas pela agência.
De
acordo com a Anvisa, seguem proibidos os lava-louças Ypê e os desinfetantes Bak
e Pinho Ypê pertencentes aos lotes com numeração final "1" produzidos
até 31 de dezembro de 2025. Já os lava-roupas líquidos Tixan Ypê permanecem sob
restrição quando fazem parte dos lotes terminados em "1" fabricados
até 31 de março de 2026.
A
medida inicial havia sido adotada após uma fiscalização conjunta envolvendo a
Anvisa, autoridades do estado de São Paulo e o município de Amparo (SP), sede
da Química Amparo, empresa responsável pela fabricação dos produtos da marca
Ypê.
Segundo
as resoluções publicadas nesta segunda-feira, a revisão das restrições ocorreu
após a avaliação de documentos encaminhados pela fabricante e da análise de
novos laudos referentes aos produtos investigados.
A
agência informou que os ensaios realizados apontaram resultados satisfatórios
para os lava-louças e desinfetantes produzidos entre janeiro e fevereiro de
2026. Em razão disso, a limitação foi mantida apenas para os itens fabricados
até o encerramento de 2025.
No caso dos lava-roupas líquidos Tixan Ypê, a continuidade da suspensão para determinados lotes produzidos até março de 2026 está vinculada às medidas previstas em um plano de gerenciamento e mitigação de riscos apresentado pela empresa à Anvisa.
As informações são do portal g1.
FONTE: DIÁRIO DE PERNAMBUCO.