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Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) seguem em tendência de queda no Brasil, segundo o boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Apesar da redução no cenário nacional, nove capitais ainda apresentam crescimento da doença, enquanto a incidência permanece mais elevada entre crianças pequenas e a maior parte das mortes continua concentrada entre idosos.
Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, o vírus sincicial respiratório (VSR) foi responsável por 55,9% dos casos positivos para vírus respiratórios, seguido pelo rinovírus (23,3%), Influenza A (12,7%), Influenza B (8,4%) e pelo coronavírus causador da covid-19 (2,2%). Entre os óbitos, a Influenza A respondeu por 33,1% dos registros, à frente do rinovírus, VSR, Influenza B e covid-19.
Desde o início do ano, o país contabilizou 109.347 casos de SRAG. Desse total, 56.530 tiveram confirmação laboratorial para algum vírus respiratório. O boletim também aponta crescimento dos casos de Influenza B em parte da Região Centro-Sul e aumento da SRAG em nove capitais: Belo Horizonte, Boa Vista, Curitiba, Florianópolis, Goiânia, Manaus, Palmas, Porto Alegre e Rio Branco.
A Fiocruz reforça a importância da vacinação contra a influenza, principalmente para os grupos prioritários, por reduzir o risco de internações e mortes. A orientação também é que pessoas com sintomas respiratórios utilizem máscara e evitem contato com idosos, crianças pequenas e pessoas com baixa imunidade para diminuir a transmissão dos vírus.
FONTE: AGÊNCIA BRASIL.