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A
insulina glargina é considerada uma opção de ação prolongada e, em muitos
casos, pode ser aplicada uma vez ao dia. A mudança busca proporcionar maior
estabilidade no controle da glicemia e reduzir episódios de hipoglicemia,
contribuindo para a continuidade do tratamento.
O
acesso ao medicamento será feito pelas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). O
paciente ou seus responsáveis devem procurar a unidade de referência com a
receita médica emitida e carimbada. A equipe de saúde fará a avaliação do caso
e, quando indicada, realizará a substituição da insulina NPH pela glargina.
Além do medicamento, os pacientes receberão uma caneta reutilizável para aplicação, com validade de três anos, e as agulhas necessárias para o uso. As unidades também deverão orientar sobre a técnica correta de aplicação e o armazenamento da insulina.
A mudança integra uma Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), iniciativa que permite a produção nacional do medicamento e busca ampliar a segurança no abastecimento do SUS. A transição para a nova insulina será feita de forma gradual na atenção primária em todo o país.
FONTE: DIÁRIO DE PERNAMBUCO.