Em nota, a Seres informou que a reforma está em andamento e deve ser concluída no prazo de 45 dias. "Com o incêndio, os detentos foram transferidos para cadeias e unidades prisionais da região como Pesqueira, Caruaru e Lajedo", conforme informou a assessoria.
Enquanto a obra não é concluída, as pessoas que são presas em Garanhuns estão sendo levadas para outras cadeias da região. O major Álvaro Bantim, comandante interino do 9º Batalhão da Polícia Militar, em entrevista ele disse que a situação provoca "a superlotação, que é uma dificuldade muito grande que a gente encontra".
A cadeia de Garanhuns - antes do incêndio - também estava superlotada, já que a capacidade era para 96 pessoas e tinham 227, mais que o dobro. O problema não atrapalha só o trabalho da Polícia Militar. De acordo com o delegado seccional de Garanhuns, Flávio Pessoa, a Polícia Civil também acaba prejudicada.
"O plantão de Garanhuns compreende vinte municípios. Como a maioria dos presos aqui são de Garanhuns, acaba que a gente tem que passar muito tempo em Saloá, mas se a cadeia daqui estivesse funcionando agilizaria bastante porque a cadeia sendo em Garanhuns seria muito mais rápido levar o preso e voltar ao ponto base, o plantão", explicou o delegado seccional Flávio Pessoa.
G1

























