No início, eram as trevas. A estreia, numa final, foi com derrota no jogo de ida. Perda do título para o rival em casa, na volta. Início de Série A e a sequência de partidas sem vitória chegou a seis. Só a partir da quinta rodada do Brasileiro, o técnico Oswaldo de Oliveira descobriu como é ganhar no Sport - o seu sétimo compromisso no clube.
Era o primeiro sinal de uma evolução, que teve continuidade. Lenta, mas seguiu. Segue. Hoje, Sport e Oswaldo enfrentam o Atlético-PR, na Ilha, às 18h30, com a meta imediata de aumentar o aproveitamento percentual dessa união, de dar continuidade à reação rubro-negra na Série A.
Atualmente, Oswaldo de Oliveira possui aproveitamento de 35,1% no comando do Sport. O melhor desde a sua chegada. Partiu do zero. Com paciência, foi reconstruindo o Leão, defesa, meio de campo, ataque. Passou para a casa dos 10% de aproveitamento. Depois 20%. Alcançou aos 30%. Com algumas variações no caminho, para mais, para menos. Em caso de vitória hoje, alcançará 38,5%. Manterá o Leão fora da zona de rebaixamento, onde ficou 13 das 16 rodadas disputadas. Para onde não pretende voltar.
A evolução é mérito do treinador, que conseguiu fazer ajustes com as peças deixadas pelo seu antecessor, Falcão, principalmente diante da lentidão na contratação de reforços. Encaixou bem os jogadores que chegaram. Corrigiu o problema crônico do ataque rubro-negro. Nos seis primeiros jogos sob seu comando, o Sport fez um gol. Nos seis seguintes, foram nove. Nos outros seis, foram 15.
Diario de PE