Publicada em 31/07/2016 às 11h12.
Penhor em Pernambuco cresce 40% nos primeiros seis meses deste ano
O penhor é um empréstimo sem burocracia e não exige análise cadastral.

Com a crise econômica, aumentou o número de brasileiros que estão recorrendo ao penhor de joias: a velha e boa opção de conseguir dinheiro na hora, com juros baixos.


Só em uma agência da Caixa Econômica Federal, em Olinda, são 150 pessoas por dia. O penhor em Pernambuco cresceu 40% nos primeiros seis meses deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. Um crescimento bem acima da média nacional, que foi de quase 17%. 

O penhor é um empréstimo sem burocracia. Não existe análise cadastral e não importa se a pessoa tem pendência com SPC, com Serasa. O bem é avaliado na hora, na frente do cliente e o dinheiro sai de imediato também.


Um cuidado que a pessoa que penhora tem que ter é com os prazos. “Ele não pode deixar vencer a parcela. Depois de 30 dias de vencido, a joia pode ir a leilão. Basta pagar os juros, automaticamente já renova por outro período”, fala o superintendente regional da caixa, João Carlos Leitão.


De acordo com o superintendente, os juros do penhor estão bem abaixo dos juros de mercado: 2,10%. “Os juros são mais baratos e de qualquer maneira está guardado na caixa”, fala o aposentado Reinaldo Ferreira.


“Se eu tirar aqui, daqui a dois, três meses e eu precisar, venho, penhoro de novo e o dinheiro está na mão. Não é verdade?”, diz Geraldo.

 

 

 

G1

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