
A Prefeitura informou ainda que o Levantamento Rápido do Índice de Infestação (LIRAa), apresentou o índice de 1,34%, o melhor número alcançado nos últimos dez anos. Apesar dos avanços, o secretário de Saúde, Jailson Correia, destacou que o decreto de emergência permanece na Cidade. “Não muda nada do ponto de vista das ações. A situação de emergência continua até que se possa ter clareza”, disse.
O consultor para arboviroses do Ministério da Saúde, Carlos Britto, negou o fim da epidemia. “Não tem sentido essa afirmativa, mesmo porque a gente não sabe quantas pessoas na epidemia foram atingidas pela infecção e ficaram imunizadas. Também diminuiu o número de casos porque nessa época os vírus circulam menos”, avaliou. Para a infectologista e professora da UFPE, Heloísa Ramos Lacerda, a prova de fogo será o próximo verão. “Existe um ciclo natural do inseto transmissor e do vírus que está contido nele e, nesta época, devido à temperatura, às condições climáticas, normalmente há uma redução na quantidade de casos.”
FolhadePE