Publicada em 11/09/2016 às 21h15.
Robôs que julgaram concurso de beleza não gostam de negros
Das 600 mil inscrições recebidas, 44 pessoas foram selecionadas, destas, apenas uma era negra.

O concurso de beleza Beauty.AI foi o primeiro a usar máquinas como juízes. A ideia era evitar subjetividades e avaliar apenas fatores objetivos, como simetria do rosto e marcas de expressão.


De acordo com o Jornal O Globo, a seleção foi aberta na internet e recebeu cerca de 600 mil inscrições, de mais de cem países.Mas, um dado chamou a atenção. Aarentemente, pelos resultados, os robôs jurados não gostam de pessoas negras.


Dos 44 vencedores, quase todos são brancos, alguns são asiáticos, mas apenas uma é negra.O resultado levantou o debate sobre os limites da inteligência artificial. O problema da análise foi que três dos cinco algoritmos que fizeram a seleção usam a tecnologia conhecida como “aprendizado de máquina”.


Os robôs são “treinados” com bases de dados preexistentes para aprenderem padrões. E essas bases estão recheadas com preconceitos humanos. Traduzindo, o problema aconteceu porque a grande maioria dos participantes — aproximadamente 75% — eram europeus e brancos. Apenas 7% eram da Índia e 1%, do continente africano.

 

 

 

 

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