"Temos tido, por parte de governadores e prefeitos, uma grande expectativa em relação ao lançamento do programa. Ele precisa ser aprovado pelo Congresso Nacional e isso faz com que a gente tenha uma expectativa de ativação do programa só no final do primeiro semestre de 2017", destacou.
Bruno Araújo afirmou que 2017 será um ano de aprendizado para o governo, mas que ainda assim haverá a disponibilização de recursos "substanciais".
"O presidente Temer deve fazer um ato no Palácio mandando para o congresso um projeto nosso desenvolvendo o Cartão Reforma. O programa terá recursos firmes asssegurados para 2017 de R$ 500 milhões. São 100 mil cartões para 2017, que vão atender à população que, de alguma forma ou de outra, conseguiu construir a sua habitação, mas ainda tem uma habitação precária", disse.
De acordo com Bruno Aráujo, o Cartão Reforma vai fazer a diferença para milhares de brasileiros. "São pessoas que precisam de uma ajuda e um reforço para diminuir o estado de precariedade de sua residência. Os recursos poderão ser usados para reformar o banheiro, consertar a rede elétrica, a parte hidráulica, viabilizar a segurança do teto. É um programa que passa a atender ao déficit de qualidade habitacional", elencou.
De acordo com Bruno Araújo, o governo Temer tem uma missão bem definida. "É um governo que vai ter que fazer essa transição do País de forma firme e segura para as eleições de 2018, tirando o Brasil da UTI do estado econômico e começando a reconsruir as pontes da administração pública com a meritocracia", apontou.
O ministro das Cidades lembrou que o governo Temer completa quatro meses nesta segunda-feira e afirmou que nesse período houve avanços em relação à gestão Dilma Rousseff (PT).
"Ao longo dos últimos anos, temos visto uma fragilização do governo federal em relação aos construtores de programa importantes. Não devemos um único real a nenhum construtor do Minha Casa, Minha Vida. O estado brasileiro precisa se reencontrar com a qualidade, com o planejamento e com a meritocracia", afirmou.