Publicada em 13/09/2016 às 10h24.
Em nova fase da Acrônimo, Polícia Federal mira sobrinho de Pimentel
Ele é suspeito de ter recebido propina da montadora Caoa, em troca de intervenções feitas por Pimentel em favor da empresa.

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira mais uma fase da Operação Acrônimo. Estão sendo cumpridos seis mandados judiciais, sendo quatro de busca e apreensão e duas de conduções coercitivas em São Paulo, no Distrito Federal e no Paraná. Um dos alvos da condução coercitiva é Felipe do Amaral, sobrinho do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel.


Ele é suspeito de ter recebido propina da montadora Caoa, em troca de intervenções feitas por Pimentel no Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior em favor da empresa. A investigação aponta que o dinheiro teria sido usado por Amaral para abrir uma hamburgueria do qual seu tio é sócio oculto. A ação foi autorizada pelo ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Herman Benjamin, relator da Acrônimo no tribunal.


Acrônimo


A Operação Acrônimo foi deflagrada em 2015 e apura irregularidades no financiamento e na prestação de contas da campanha de Fernando Pimentel, que foi indiciado pela PF, ao governo de Minas Gerais sob suspeita de corrupção passiva, tráfico de influência, organização criminosa e lavagem de dinheiro. Em outras frentes, investiga suspeitas de favorecimento a empresas com empréstimos do BNDES, subordinado ao Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, pasta que foi comandada pelo governador.

 

FolhadePe

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